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	<title>Arquivo de Adolescentes - Sensiser</title>
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	<description>Do Universo do Ser nasce a Luz para a Auto Cura</description>
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	<title>Arquivo de Adolescentes - Sensiser</title>
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		<title>Gostas de ver séries e ouvir podcasts?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 10:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias que correm, fala-se mais frequente e abertamente sobre saúde e doença mental. E que bom que assim é! São vários os meios através dos quais esses temas são abordados, que permitem a desmistificação e, consequentemente, melhor compreensão dos mesmos. Pessoalmente, e também enquanto Psicóloga, acredito que “informação é poder”, principalmente (mas não só!) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias que correm, fala-se mais frequente e abertamente sobre saúde e doença mental. E que bom que assim é! São vários os meios através dos quais esses temas são abordados, que permitem a desmistificação e, consequentemente, melhor compreensão dos mesmos. Pessoalmente, e também enquanto Psicóloga, acredito que “informação é poder”, principalmente (mas não só!) quando não nos sentimos bem psicologicamente. Se for esse o caso, a melhor maneira de recolher informação e integrá-la na nossa própria experiência, é fazendo psicoterapia. No entanto, há diversas fontes que nos permitem adquirir e desenvolver conhecimentos sobre aquilo que pode acontecer nas nossas complexas mentes, e isso pode influenciar a forma como vivenciamos eventuais dificuldades. ATENÇÃO, não substitui a procura de ajuda terapêutica quando necessário! E não, uma pesquisa desenfreada e descuidada no Google não é uma dessas fontes &#8211; muito cuidado com a origem e veracidade da informação que encontram.<br />
Aqui ficam alguns exemplos de séries e podcasts através dos quais tenho aprendido bastante e que constituem uma boa alternativa para aqueles que, como eu, têm alguma dificuldade em reter informação proveniente de fontes mais “técnicas”. Nos podcasts que escolhi, alguns temas são abordados com recurso a testemunhos na primeira pessoa, algo que considero particularmente interessante e útil. Afinal de contas, ninguém é um caso isolado e compreender isto pode ter um impacto significativo nos sentimentos de solidão.</p>
<p>Séries:<br />
&#8211; Atypical, sobre perturbação do espetro do autismo;<br />
&#8211; Tudo aqui e agora, sobre anorexia, uma perturbação do comportamento alimentar;<br />
&#8211; After Life, sobre depressão e luto;<br />
&#8211; Spin Out, que aborda a doença bipolar;<br />
&#8211; Resumindo: A Mente (série do tipo documental), sobre a mente humana;</p>
<p>Podcasts:<br />
&#8211; Somos Todos Malucos, de António Raminhos;<br />
&#8211; Que voz é esta?, de Joana Pereira Bastos e Helena Bento (Expresso);<br />
&#8211; Desassossego, de Fumaça (um podcast de jornalismo de investigação, disponível em fumaca.pt).</p>
<p><a href="https://sensiser.pt/maria-melro/" target="_blank" rel="noopener">Maria Melro</a><br />
Psicóloga</p>
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		<title>Os problemas das criança no Regresso às Aulas</title>
		<link>http://sensiser.pt/regresso-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 11:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Competência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo. Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo.</p>
<p>Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam uma inquietação normal por regressarem à escola e mostrarem a roupa nova e os materiais acabados de comprar, outras chegam a ficar «doentes» só de pensarem em voltar à rotina.</p>
<p>AS PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS DAS CRIANÇAS INCLUEM QUESTÕES COMO:</p>
<ul>
<li>Quem e como vai ser o meu novo professor?</li>
<li>Será que algum dos meus amigos fica na minha sala?</li>
<li>Será que me vou adaptar à escola?</li>
<li>Será que vou ser aceite pelos meus colegas?</li>
<li>Será que vou ter companhia ao almoço?</li>
<li>Com quem me vou sentar?</li>
<li>E se não conseguir acompanhar a matéria?</li>
<li>E se acontece alguma coisa aos meus pais enquanto estou na escola?</li>
</ul>
<p>Sentimentos de stresse e ansiedade face ao regresso às aulas são mais frequentes nas crianças que, por exemplo, mudam de escola ou que mudam de ciclo de escolaridade e, também, em crianças mais introvertidas e reservadas.</p>
<p>Embora se registem sentimentos negativos face ao regresso à escola em qualquer idade, são os mais pequenos, aqueles que entram pela primeira vez no ambiente escolar que se apresentam mais vulneráveis a este regresso.</p>
<p>A entrada no 1º ciclo é equivalente à entrada num mundo novo, repleto de pessoas diferentes, de novas rotinas e costumes. É como desbravar um caminho pela primeira vez. Neste caminho, a criança vai-se experimentando enquanto pessoa, colocando à prova a sua identidade e consolidando-a a cada curva do percurso.</p>
<p>Pelo percurso, a criança vai conhecendo pessoas novas (colegas, professores, funcionários) com as quais irá estabelecer, aos poucos, relações mais autónomas e diferenciadas. Esta fase precoce de escolaridade é também caracterizada pela definição da relação da criança com a escola, a qual será a sua “segunda casa” e para a qual irá dedicar diversas horas e muita energia – caso a adaptação seja adequada, a relação com a escola será, à partida, boa; caso a adaptação à escola seja difícil, a relação com a mesma poderá conduzir a algumas problemáticas.</p>
<p>Por ser um novo ambiente e por, cada vez mais, existir a constante pressão para os bons resultados, esta entrada no desconhecido pode ser muito stressante e assustadora. Ao ser vivido desta forma, a criança pode desenvolver sentimentos negativos relativamente a esta nova experiência, podendo conduzir a depressão, ansiedade e problemas do foro comportamental.</p>
<p>É fundamental ajudar a criança a compreender estes sentimentos e a desmistificar os medos e receios inerentes à entrada na escola, promovendo assim o seu bem-estar emocional e permitindo desenvolver a capacidade de obter sucesso escolar. E que para que isso aconteça, é importante que a criança tenha uma atividade física (que potencia o desenvolvimento cerebral e reduz os níveis de stress), uma alimentação adequada e equilibrada (que ajuda na regulação de energia e na capacidade de atenção e concentração), uma boa noite de sono (o descanso noturno alivia a luta contra o stress e tem impacto imediato no rendimento escolar durante o dia) e um acompanhamento ativo dos pais (para que juntos possam encontrar estratégias para combater as dificuldades e para que os filhos possam descobrir nos pais um porto seguro)! Dialogar com os filhos, adotando um discurso que promova a importância da aprendizagem e que reduza os aspetos negativos da escola, permite transmitir à criança que a escola é boa e que é um lugar onde se fazem várias descobertas que ajudam a compreender o mundo, na qual crescemos e nos desenvolvemos enquanto pessoas.</p>
<p>É importante descrever a escola como um lugar bom e repleto de experiências ricas, para que a criança se sinta mais entusiasmada e menos ansiosa.</p>
<p>É natural que os primeiros dias sejam os mais complicados. No entanto, se os pais continuarem a identificar manifestações de tristeza, recusa em ir para a escola, algum desinteresse e aborrecimento, manifestações de desilusão, flutuações de humor (com incidência no mau humor), sintomas físicos (como dores de cabeça, dores de barriga, náuseas e vómitos), aumento da agressividade e de comportamentos de violência com outras crianças, perda de peso e de apetite, enurese noturna, aconselha-se a procurarem um especialista de saúde mental pois possivelmente estes são sinais evidentes de que a experiência escolar está a decorrer com algumas dificuldades.</p>
<p>Daniel Martins</p>
<p>Psicólogo</p>
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		<title>Dificuldade ou Transtorno de Aprendizagem?</title>
		<link>http://sensiser.pt/dificuldade-ou-transtorno-de-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 09:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neuropsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o final de mais um ano letivo é importante refletir antes de um início de um novo ano letivo, para muitos, início de um novo ciclo, o qual implica um aumento de grau de dificuldades no processo de aprendizagem. Quem não teve já alguma dificuldade para APRENDER? Seja para memorizar uma história ou fazer um cálculo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Com o final de mais um ano letivo é importante refletir antes de um início de um novo ano letivo, para muitos, início de um novo ciclo, o qual implica um aumento de grau de dificuldades no processo de aprendizagem.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Quem não teve já alguma dificuldade para APRENDER? Seja para memorizar uma história ou fazer um cálculo mental, até escrever um texto bem organizado.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">As dificuldades de aprendizagem estão muitas vezes associadas à aprendizagem académica e/ou no qual não conseguimos desempenhar uma tarefa/atividade de forma positiva. Pode ocorrer diversos fatores. Todavia é necessário compreender o porquê uma criança sentir tais dificuldades e neste caso é essencial saber que DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM NÃO É TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">E qual a diferença?</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM fazem parte de um grupo de fatores que se manifestam em dificuldades cognitivas, emocionais, comportamentais e sociais. Muitas vezes, esses fatores estão interligados e fazem com que a criança sinta as dificuldades em diversas áreas de aprendizagem. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">É preciso compreender o/a aluno/a quando verbaliza, por exemplo “ODEIO MATEMÁTICA, NUNCA VOU APRENDER O QUE A PROFESSORA ENSINA”. Aqui, já pode estar um motivo para se verificar uma dificuldade de aprendizagem, já que neste momento a disponibilidade para aprender está comprometida. Inicialmente, aquela resistência que pode parecer falta de empenho, começa a influenciar os aspetos emocionais e iniciar um ciclo de desinvestimento naquela área. Neste sentido, o desinvestimento ou a falta de interesse é um dos grandes entraves na aprendizagem. No entanto há também Dificuldades de aprendizagem originadas por falta de estímulos, ambientes que não valorizam a construção do aprender, adaptação ao método escolar e problemas relacionados ao ensino. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Já o TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM está relacionado com fatores orgânicos e neste contexto os problemas de aprendizagem derivam de alguma estrutura do cérebro que apresenta deficiência no seu funcionamento. Neste caso, é necessário entender a história de desenvolvimento da criança, incluindo se houve algum problema durante a gestação, histórico familiar e sinais de dificuldades desde os primeiros contactos com o ambiente escolar, que sinalizam alterações para tais distúrbios. Dentre os Transtornos de aprendizagens mais comuns, encontramos o Transtorno de Déficit de Hiperatividade com ou sem Défice de Atenção, Dislexia, Discalculia e da linguagem.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Quanto mais cedo se detetar as dificuldades e de se intervir, maiores serão as probabilidades de colmatar os défices na aprendizagem, permitindo assim que a criança tenha estratégias para ultrapassar os obstáculos.  </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Para isso, é necessário uma avaliação para investigar as origens das dificuldades, para que o aluno possa ter sucesso escolar.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;"> </span></span><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Daniel Martins </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Psicólogo/Neuropsicólogo</span></span></p>
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		<title>Depressão na infância e adolescência</title>
		<link>http://sensiser.pt/depressao-na-infancia-e-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 13:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabias que as perturbações e sintomas depressivos ocorrem, durante a infância e adolescência, com uma prevalência cada vez maior? O que é a depressão? A depressão é um distúrbio afetivo que pode ocorrer durante todo o ciclo de vida (desde a infância até à velhice) e, como tal, devemos olhá-la sob uma perspetiva desenvolvimental, conscientes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabias que as perturbações e sintomas depressivos ocorrem, durante a infância e adolescência, com uma <strong>prevalência cada vez maio</strong>r?</p>
<p>O que é a depressão?</p>
<p><strong>A depressão é um distúrbio afetivo </strong>que pode ocorrer <strong>durante todo o ciclo de vida (</strong>desde a infância até à velhice) e, como tal, devemos olhá-la sob uma <strong>perspetiva desenvolvimental</strong>, conscientes de que algumas características e sintomas depressivos podem <strong>manifestar-se de forma diferente ao longo do desenvolvimento humano</strong>.</p>
<p>Como é consigo identificar algum sintoma depressivo no meu filho(a)?</p>
<p>Contrariamente aos adultos, onde o humor depressivo e a anedonia (incapacidade de sentir prazer) são predominantes, nas crianças o mal-estar emocional expressa-se sobretudo através de uma variedade de comportamentos de externalização.</p>
<p>São comuns sintomas como o humor irritável, acompanhado por birras; alterações do sono e do apetite; comportamentos de franca oposição, com baixa tolerância a situações de frustração; maior agitação psicomotora; dificuldades ao nível da autonomia e da separação do adulto do qual dependem; isolamento social; e dificuldades escolares com diminuição das capacidades de atenção/concentração e sintomas somáticos (ex. dores de cabeça e de estômago).</p>
<p>De que forma estas perturbações podem afetar o crescimento do meu filho(a)?</p>
<p>Reconhece-se, hoje em dia, que a depressão está associada a um <strong>enfraquecimento crónico e marcado do funcionamento da criança a nível psicossocial </strong>e a <strong>grandes dificuldades interpessoais</strong>, que podem persistir pela vida adulta, caso não se intervenha precocemente. Daí a importância de estarmos atentos aos sintomas e sinalizarmos o mais cedo possível.</p>
<p>Quando devo procurar ajuda para o meu filho(a)?</p>
<p>Se algum dos sintomas indicados persistir por várias semanas, de forma continuada, e começar a causar prejuízos no funcionamento diário do seu filho (em casa, na escola ou com os colegas), deverá procurar ajuda de um profissional que avalie os sintomas e defina estratégias de intervenção, em prol do bem-estar emocional e social da criança e, consequentemente, da família.</p>
<p><a href="http://sensiser.pt/veronica-pereira/">Psicóloga clínica – Verónica Pereira</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-130 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-150x150.jpg 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-500x500.jpg 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-375x375.jpg 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="http://sensiser.pt/depressao-na-infancia-e-adolescencia/">Depressão na infância e adolescência</a> aparece primeiro em <a href="http://sensiser.pt">Sensiser</a>.</p>
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