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	<title>Arquivo de Crianças - Sensiser</title>
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	<description>Do Universo do Ser nasce a Luz para a Auto Cura</description>
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	<title>Arquivo de Crianças - Sensiser</title>
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	<item>
		<title>Os problemas das criança no Regresso às Aulas</title>
		<link>http://sensiser.pt/regresso-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 11:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Competência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo. Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo.</p>
<p>Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam uma inquietação normal por regressarem à escola e mostrarem a roupa nova e os materiais acabados de comprar, outras chegam a ficar «doentes» só de pensarem em voltar à rotina.</p>
<p>AS PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS DAS CRIANÇAS INCLUEM QUESTÕES COMO:</p>
<ul>
<li>Quem e como vai ser o meu novo professor?</li>
<li>Será que algum dos meus amigos fica na minha sala?</li>
<li>Será que me vou adaptar à escola?</li>
<li>Será que vou ser aceite pelos meus colegas?</li>
<li>Será que vou ter companhia ao almoço?</li>
<li>Com quem me vou sentar?</li>
<li>E se não conseguir acompanhar a matéria?</li>
<li>E se acontece alguma coisa aos meus pais enquanto estou na escola?</li>
</ul>
<p>Sentimentos de stresse e ansiedade face ao regresso às aulas são mais frequentes nas crianças que, por exemplo, mudam de escola ou que mudam de ciclo de escolaridade e, também, em crianças mais introvertidas e reservadas.</p>
<p>Embora se registem sentimentos negativos face ao regresso à escola em qualquer idade, são os mais pequenos, aqueles que entram pela primeira vez no ambiente escolar que se apresentam mais vulneráveis a este regresso.</p>
<p>A entrada no 1º ciclo é equivalente à entrada num mundo novo, repleto de pessoas diferentes, de novas rotinas e costumes. É como desbravar um caminho pela primeira vez. Neste caminho, a criança vai-se experimentando enquanto pessoa, colocando à prova a sua identidade e consolidando-a a cada curva do percurso.</p>
<p>Pelo percurso, a criança vai conhecendo pessoas novas (colegas, professores, funcionários) com as quais irá estabelecer, aos poucos, relações mais autónomas e diferenciadas. Esta fase precoce de escolaridade é também caracterizada pela definição da relação da criança com a escola, a qual será a sua “segunda casa” e para a qual irá dedicar diversas horas e muita energia – caso a adaptação seja adequada, a relação com a escola será, à partida, boa; caso a adaptação à escola seja difícil, a relação com a mesma poderá conduzir a algumas problemáticas.</p>
<p>Por ser um novo ambiente e por, cada vez mais, existir a constante pressão para os bons resultados, esta entrada no desconhecido pode ser muito stressante e assustadora. Ao ser vivido desta forma, a criança pode desenvolver sentimentos negativos relativamente a esta nova experiência, podendo conduzir a depressão, ansiedade e problemas do foro comportamental.</p>
<p>É fundamental ajudar a criança a compreender estes sentimentos e a desmistificar os medos e receios inerentes à entrada na escola, promovendo assim o seu bem-estar emocional e permitindo desenvolver a capacidade de obter sucesso escolar. E que para que isso aconteça, é importante que a criança tenha uma atividade física (que potencia o desenvolvimento cerebral e reduz os níveis de stress), uma alimentação adequada e equilibrada (que ajuda na regulação de energia e na capacidade de atenção e concentração), uma boa noite de sono (o descanso noturno alivia a luta contra o stress e tem impacto imediato no rendimento escolar durante o dia) e um acompanhamento ativo dos pais (para que juntos possam encontrar estratégias para combater as dificuldades e para que os filhos possam descobrir nos pais um porto seguro)! Dialogar com os filhos, adotando um discurso que promova a importância da aprendizagem e que reduza os aspetos negativos da escola, permite transmitir à criança que a escola é boa e que é um lugar onde se fazem várias descobertas que ajudam a compreender o mundo, na qual crescemos e nos desenvolvemos enquanto pessoas.</p>
<p>É importante descrever a escola como um lugar bom e repleto de experiências ricas, para que a criança se sinta mais entusiasmada e menos ansiosa.</p>
<p>É natural que os primeiros dias sejam os mais complicados. No entanto, se os pais continuarem a identificar manifestações de tristeza, recusa em ir para a escola, algum desinteresse e aborrecimento, manifestações de desilusão, flutuações de humor (com incidência no mau humor), sintomas físicos (como dores de cabeça, dores de barriga, náuseas e vómitos), aumento da agressividade e de comportamentos de violência com outras crianças, perda de peso e de apetite, enurese noturna, aconselha-se a procurarem um especialista de saúde mental pois possivelmente estes são sinais evidentes de que a experiência escolar está a decorrer com algumas dificuldades.</p>
<p>Daniel Martins</p>
<p>Psicólogo</p>
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		<item>
		<title>Dificuldade ou Transtorno de Aprendizagem?</title>
		<link>http://sensiser.pt/dificuldade-ou-transtorno-de-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 09:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neuropsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o final de mais um ano letivo é importante refletir antes de um início de um novo ano letivo, para muitos, início de um novo ciclo, o qual implica um aumento de grau de dificuldades no processo de aprendizagem. Quem não teve já alguma dificuldade para APRENDER? Seja para memorizar uma história ou fazer um cálculo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Com o final de mais um ano letivo é importante refletir antes de um início de um novo ano letivo, para muitos, início de um novo ciclo, o qual implica um aumento de grau de dificuldades no processo de aprendizagem.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Quem não teve já alguma dificuldade para APRENDER? Seja para memorizar uma história ou fazer um cálculo mental, até escrever um texto bem organizado.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">As dificuldades de aprendizagem estão muitas vezes associadas à aprendizagem académica e/ou no qual não conseguimos desempenhar uma tarefa/atividade de forma positiva. Pode ocorrer diversos fatores. Todavia é necessário compreender o porquê uma criança sentir tais dificuldades e neste caso é essencial saber que DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM NÃO É TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">E qual a diferença?</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM fazem parte de um grupo de fatores que se manifestam em dificuldades cognitivas, emocionais, comportamentais e sociais. Muitas vezes, esses fatores estão interligados e fazem com que a criança sinta as dificuldades em diversas áreas de aprendizagem. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">É preciso compreender o/a aluno/a quando verbaliza, por exemplo “ODEIO MATEMÁTICA, NUNCA VOU APRENDER O QUE A PROFESSORA ENSINA”. Aqui, já pode estar um motivo para se verificar uma dificuldade de aprendizagem, já que neste momento a disponibilidade para aprender está comprometida. Inicialmente, aquela resistência que pode parecer falta de empenho, começa a influenciar os aspetos emocionais e iniciar um ciclo de desinvestimento naquela área. Neste sentido, o desinvestimento ou a falta de interesse é um dos grandes entraves na aprendizagem. No entanto há também Dificuldades de aprendizagem originadas por falta de estímulos, ambientes que não valorizam a construção do aprender, adaptação ao método escolar e problemas relacionados ao ensino. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Já o TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM está relacionado com fatores orgânicos e neste contexto os problemas de aprendizagem derivam de alguma estrutura do cérebro que apresenta deficiência no seu funcionamento. Neste caso, é necessário entender a história de desenvolvimento da criança, incluindo se houve algum problema durante a gestação, histórico familiar e sinais de dificuldades desde os primeiros contactos com o ambiente escolar, que sinalizam alterações para tais distúrbios. Dentre os Transtornos de aprendizagens mais comuns, encontramos o Transtorno de Déficit de Hiperatividade com ou sem Défice de Atenção, Dislexia, Discalculia e da linguagem.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Quanto mais cedo se detetar as dificuldades e de se intervir, maiores serão as probabilidades de colmatar os défices na aprendizagem, permitindo assim que a criança tenha estratégias para ultrapassar os obstáculos.  </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Para isso, é necessário uma avaliação para investigar as origens das dificuldades, para que o aluno possa ter sucesso escolar.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;"> </span></span><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Daniel Martins </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Psicólogo/Neuropsicólogo</span></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão na infância e adolescência</title>
		<link>http://sensiser.pt/depressao-na-infancia-e-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 13:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabias que as perturbações e sintomas depressivos ocorrem, durante a infância e adolescência, com uma prevalência cada vez maior? O que é a depressão? A depressão é um distúrbio afetivo que pode ocorrer durante todo o ciclo de vida (desde a infância até à velhice) e, como tal, devemos olhá-la sob uma perspetiva desenvolvimental, conscientes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabias que as perturbações e sintomas depressivos ocorrem, durante a infância e adolescência, com uma <strong>prevalência cada vez maio</strong>r?</p>
<p>O que é a depressão?</p>
<p><strong>A depressão é um distúrbio afetivo </strong>que pode ocorrer <strong>durante todo o ciclo de vida (</strong>desde a infância até à velhice) e, como tal, devemos olhá-la sob uma <strong>perspetiva desenvolvimental</strong>, conscientes de que algumas características e sintomas depressivos podem <strong>manifestar-se de forma diferente ao longo do desenvolvimento humano</strong>.</p>
<p>Como é consigo identificar algum sintoma depressivo no meu filho(a)?</p>
<p>Contrariamente aos adultos, onde o humor depressivo e a anedonia (incapacidade de sentir prazer) são predominantes, nas crianças o mal-estar emocional expressa-se sobretudo através de uma variedade de comportamentos de externalização.</p>
<p>São comuns sintomas como o humor irritável, acompanhado por birras; alterações do sono e do apetite; comportamentos de franca oposição, com baixa tolerância a situações de frustração; maior agitação psicomotora; dificuldades ao nível da autonomia e da separação do adulto do qual dependem; isolamento social; e dificuldades escolares com diminuição das capacidades de atenção/concentração e sintomas somáticos (ex. dores de cabeça e de estômago).</p>
<p>De que forma estas perturbações podem afetar o crescimento do meu filho(a)?</p>
<p>Reconhece-se, hoje em dia, que a depressão está associada a um <strong>enfraquecimento crónico e marcado do funcionamento da criança a nível psicossocial </strong>e a <strong>grandes dificuldades interpessoais</strong>, que podem persistir pela vida adulta, caso não se intervenha precocemente. Daí a importância de estarmos atentos aos sintomas e sinalizarmos o mais cedo possível.</p>
<p>Quando devo procurar ajuda para o meu filho(a)?</p>
<p>Se algum dos sintomas indicados persistir por várias semanas, de forma continuada, e começar a causar prejuízos no funcionamento diário do seu filho (em casa, na escola ou com os colegas), deverá procurar ajuda de um profissional que avalie os sintomas e defina estratégias de intervenção, em prol do bem-estar emocional e social da criança e, consequentemente, da família.</p>
<p><a href="http://sensiser.pt/veronica-pereira/">Psicóloga clínica – Verónica Pereira</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-130 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-150x150.jpg 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-500x500.jpg 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-375x375.jpg 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Competência Emocional</title>
		<link>http://sensiser.pt/competencia-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2023 12:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Competência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprendizagem emocional começa desde tenra idade, quando as crianças descobrem uma ampla gama de emoções e evoluem à medida que crescem. Podemos definir as emoções como a resposta do corpo ao que se passa à nossa volta, através de estímulos que ativam os nossos sentidos e o nosso pensamento. Essa resposta pode ser agradável [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprendizagem emocional começa desde tenra idade, quando as crianças descobrem uma ampla gama de emoções e evoluem à medida que crescem. Podemos definir as emoções como a resposta do corpo ao que se passa à nossa volta, através de estímulos que ativam os nossos sentidos e o nosso pensamento. Essa resposta pode ser agradável ou desagradável.</p>
<p><strong>Qual a sua importância?</strong></p>
<p>A competência emocional (CE) é um processo de desenvolvimento que compreende três competências: 1) expressão de emoções; 2) conhecimento da emoção; e 3) regulação emocional (ou seja, estar ciente das suas emoções e modificá-las quando necessário). Em tenra idade, as crianças já exibem uma variedade de emoções, em situações sociais, por meio de mensagens não verbais (por exemplo, dar um abraço, ficar emburrado). O desenvolvimento cognitivo permite que as crianças aprendam a identificar as suas próprias emoções e as dos outros e as circunstâncias que levam à sua expressão. Essa compreensão emocional, por sua vez, permite que as crianças monitorizem e modifiquem suas emoções para lidar com situações difíceis. O desenvolvimento emocional na primeira infância (até aos cinco anos de idade) é importante para o desenvolvimento de várias habilidades interrelacionadas. Em comparação com crianças com <em>déficits </em>no desenvolvimento emocional, crianças com CE desenvolvido são mais prováveis:</p>
<p>1) sustentar a aprendizagem;</p>
<p>2) envolver-se em comportamentos empáticos e pró-sociais;</p>
<p>3) expressar emoções apropriadas em vários contextos;</p>
<p>4) usar estratégias adaptativas para lidar com emoções negativas/perturbadoras (por exemplo, raiva);</p>
<p>5) reduzir vários fatores de risco associados com psicopatologia.</p>
<p>Em conjunto, essas habilidades predizem o sucesso escolar precoce das crianças e dos relacionamentos interpessoais positivos com colegas e familiares.</p>
<p><strong>O que podemos fazer?</strong></p>
<p>A fim de promover a CE nas crianças, os pais podem modelar várias expressões emocionais. Dado que as emoções exibidas em casa influenciam em grande parte as expressas pelas crianças com seus pares e no ambiente escolar mais amplo; as interações positivas pais-filhos são valorizadas. Especificamente, os pais devem envolver-se em práticas parentais positivas e desempenhar um papel de apoio quando as crianças se deparam com desafios.</p>
<p>A criança espera que os pais aceitem as suas emoções e lhas devolva com um sentido afetivo e criativo, de modo que possa geri-las. Se ela tiver de conter as emoções, sendo pressionada a substituí-las (ex., “Para que estás a chorar? O homem não chora!”), sentir-se-á pior. Por isso, é importante deixar a criança manifestar as emoções, para a ajudar a regulá-las.”</p>
<p><a href="http://sensiser.pt/daniel-martins/"><strong>Psicólogo clínico/neuropsicólogo: </strong></a><br />
<strong>Daniel Martins</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-140 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/11-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/11-150x150.jpg 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/11-500x500.jpg 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/11-375x375.jpg 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mito ou facto? A terapia da fala e o desenvolvimento da linguagem</title>
		<link>http://sensiser.pt/mito-ou-facto-a-terapia-da-fala-e-o-desenvolvimento-da-linguagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 12:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento da Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia da Fala]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mito 1: “A terapia da fala é para as crianças que não falam bem.” Podemos dizer que a terapia da fala não se limita à fala propriamente dita, como a designação da profissão indica. O terapeuta da fala pode apoiar crianças, adultos e idosos, nas mais variadas áreas de intervenção. De um modo geral temos a: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mito 1:</strong> <strong>“</strong><em><strong>A terapia da fala é para as crianças que não falam bem.”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>Podemos dizer que a terapia da fala não se limita à fala propriamente dita, como a designação da profissão indica. O terapeuta da fala pode apoiar crianças, adultos e idosos, nas mais variadas áreas de intervenção.<br />
De um modo geral temos a: linguagem, comunicação verbal e não-verbal, consciência fonológica, leitura e escrita, deglutição, motricidade, sensibilidade oro-facial, voz e fala.</p>
<p><strong>Mito 2: </strong><em><strong>“Não precisa de terapia, isso com a idade passa e fala bem.”</strong></em></p>
<p>Em alguns casos, isso acontece e a criança ultrapassa a dificuldade com a continuidade do seu desenvolvimento. Contudo, não é algo observável em todos os casos e esperar que tal aconteça, poderá agravar o problema e aumentar o atraso no desenvolvimento da linguagem.</p>
<p><strong>Mito 3: </strong><em><strong>“Os bebés prematuros começam a falar mais tarde.”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>Os bebés prematuros que nascem saudáveis, geralmente, apresentam um ritmo de aprendizagem e desenvolvimento igual ao dos bebés que nasceram com o tempo de gestação completo (40 semanas). Apenas em casos de bebés prematuros, que ficaram com sequelas neurológicas ou físicas, poderão vir a ter dificuldades no desenvolvimento da linguagem. Nesses casos, o acompanhamento em terapia da fala é aconselhado.</p>
<p><strong>Mito 4: </strong><em><strong>“O nascer dos dentes atrapalha a fala.”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>O nascimento dos dentes requer uma adaptação da língua, porém, esse processo é imperceptível à criança. Podem sentir dor e ficar irritadas com o aparecimento dos primeiros dentes, mas isso não significa que afecte o desenvolvimento da linguagem.</p>
<p><strong>Mito 5: “</strong><em><strong>A criança que não fala com 2 anos, tem problemas auditivos.”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>Para ter a certeza, é aconselhável realizar um exame auditivo com um audiologista, pois a causa do atraso na linguagem poderá estar relacionado com a audição ou não. Poderá fazer uma avaliação com um terapeuta da fala, para melhor compreender o que poderá originar esse problema na criança.</p>
<p><strong>Mito 6:</strong><em><strong> “Antes dos 3 anos, não vale a pena fazer terapia.”</strong></em></p>
<p>A intervenção do terapeuta da fala não se restringe a idades. O desenvolvimento da linguagem tem início na gravidez, porque o cérebro humano está “pré- programado” para a linguagem, O percurso dos bebés começa por uma fase pré-linguística em que as palavras ainda não são utilizadas. Assim, ao observar e interagir com a criança, o terapeuta da fala pode verificar se o desenvolvimento da linguagem decorre normalmente ou não, evitando alterações maiores e mais complicadas no futuro.</p>
<p><strong>Mito 7: “</strong><em><strong>Agora não fala, mas quando começar a falar diz logo frases”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>Conforme antes de começar a correr aprendemos a andar, também não começamos a produzir frases antes de conseguirmos dizer palavras isoladas. Por vezes, quando a inteligibilidade da fala da criança está comprometida, os cuidadores, família ou profissionais que cuidam da criança, poderão não entender que esta usa palavras com significado. Assim, os cuidadores acham que a criança passou directamente para a construção frásica porque, nessa fase, através do contexto, compreendem o que ela quer transmitir.</p>
<p><strong>Mito 8: </strong><em><strong>“Ele é preguiçoso, quando quer diz o som sozinho mas não o diz nas palavras.”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>É normal que a criança consiga repetir determinado som quando lho pedimos, mas não o pronuncie correctamente em palavras. Não é uma questão de “preguiça”, mas sim um hábito que a criança adquiriu e que agora terá de substituir pela forma correcta. Poderá precisar de apoio para aprender a produzir o som correctamente, para depois passar a produzi-lo em palavras seguindo uma linha de dificuldade gradual..</p>
<p><strong>Mito 9: </strong><em><strong>“Quando a gaguez aparece na infância, torna-se crónica.”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>A disfluência fisiológica, conhecida como gaguez, é comum até aos 5 anos de idade e tende a desaparecer com o desenvolvimento da criança. Tal acontece por consequência do processo de aprendizagem que a criança está a passar, isto é, o seu pensamento poderá ser mais rápido que a capacidade de produzir as palavras que quer transmitir.</p>
<p><strong>Mito 10: </strong><em><strong>“A terapia da fala é para os gagos e sopinhas de massa.”</strong></em><strong><em><br />
</em></strong>A terapia da fala intervêm em casos de gaguez e de sigmatismo (“sopinha de massa”), contudo essa é apenas uma pequena parte daquilo que o terapeuta da fala faz. Os profissionais desta área podem se especializar numa destas alterações de<br />
fala, trabalhando só com casos desse género. No entanto, a maioria não se restringe apenas a uma área.”</p>
<p><a href="http://sensiser.pt/ana-domingos/">Terapeuta da fala – Ana Domingos</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-364 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/15-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/15-150x150.jpg 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/15-500x500.jpg 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/15-375x375.jpg 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
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		<title>A Psicomotricidade vai à Creche</title>
		<link>http://sensiser.pt/a-psicomotricidade-vai-a-creche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 18:39:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicomotricidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>– Meninos, a Adriana chegou, vão ter “psico”, “ginástica”, “psicomotricidade” – dizem as Educadoras. Observo-os, sorrio-lhes e digo-lhes “Bom Dia”. Expressam no corpo a alegria e o entusiasmo. Não sabem explicar o que é a psicomotricidade, mas as suas células têm na memória as emoções provocadas pelo movimento. Nem sempre as emoções são de alegria e calma… também são de medo e tensão, mas todas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>– <em>Meninos, a Adriana chegou, vão ter “psico”, “ginástica”, “psicomotricidade”</em> – dizem as Educadoras.</p>
<p>Observo-os, sorrio-lhes e digo-lhes “<em>B</em><em>om Dia</em>”. Expressam no corpo a alegria e o entusiasmo. Não sabem explicar o que é a psicomotricidade, mas as suas células têm na memória as emoções provocadas pelo movimento. Nem sempre as emoções são de <em>alegria</em> e <em>calma</em>… também são de <em>medo</em> e <em>tensão</em>, mas todas fazem parte do crescimento e são bem-vindas e acolhidas!</p>
<p>Movimento, emoção, aprendizagem, autonomia e resiliência são as palavras que levo no coração. Orientam a minha proposta de actividades psicomotoras e lúdicas, estruturadas ou espontâneas, que são ajustadas à fase de desenvolvimento dos grupos de crianças e bebés.</p>
<p>De um modo geral, as ações promovidas nas aulas, onde as crianças aprendem a saber-ser, saber-estar, a saber-fazer e a saber relacionar-se, são:</p>
<ul>
<li>Conhecer o corpo</li>
<li>Explorar livremente as possibilidades do mesmo</li>
<li>Superar obstáculos</li>
<li>Coordenar movimentos</li>
<li>Equilibrar-se em diferentes superfícies</li>
<li>Regular a contracção e descontracção dos músculos</li>
<li>Conhecer os limites do corpo</li>
<li>Percepcionar e integrar os diferentes estímulos sensoriais (auditivos, visuais, propriocetivos…)</li>
</ul>
<p>No meio disto tudo, dentro do grupo, o desafio é respeitar o ritmo individual e o estado de cada criança naquele momento. Procuro fazê-lo e reflectir sobre isso para que na próxima aula possa ser uma melhor psicomotricista.</p>
<p>Entretanto, tenho a certeza que as experiências e vivências corporais da criança, consigo e com o outro, contribuíram para o seu desenvolvimento harmonioso.</p>
<p><a href="https://sensiser.pt/adriana-frazao/">Adriana Frazão</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-342 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/16-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/16-150x150.jpg 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/16-500x500.jpg 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/16-375x375.jpg 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
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		<title>Que todos os dias sejam dias de Brincar!</title>
		<link>http://sensiser.pt/que-todos-os-dias-sejam-dias-de-brincar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2017 17:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Internacional do Brincar – dia 28 de maio Brincar é a atividade em que a criança descobre o seu corpo e as suas possibilidades para agir, pensar, sentir e SER. Brincar é um direito de todas as crianças, tal como reforça o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6><strong>Dia Internacional do Brincar – dia 28 de maio</strong></h6>
<p>Brincar é a atividade em que a criança descobre o seu corpo e as suas possibilidades para agir, pensar, sentir e SER.</p>
<p>Brincar é um direito de todas as crianças, tal como reforça o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas.</p>
<p>Brincar é uma necessidade do ser humano em qualquer idade, mas principalmente na infância. Brincar é uma fonte inesgotável de alegria, liberdade e criatividade. Brincar é uma forma de expressão e um meio privilegiado para um desenvolvimento (motor, cognitivo, social e emocional) saudável. Brincar potencia o desenvolvimento da motricidade e dos sentidos. Brincar estimula o desenvolvimento do pensamento e da criatividade. Brincar é uma atividade que proporciona prazer e permite que a criança se expresse e descarregue as suas tensões. Brincar é uma ação espontânea em que a criança começa a apreender a realidade, a reproduzir situações concretas do quotidiano e a integrá-las. Brincar é um ato que deve estar sempre presente nas Educação, na aprendizagem e na aquisição das competências desejadas, para favorecer a participação motivada e atenta. Brincar é um meio para incorporar valores morais e culturais, em que as atividades podem promover a auto-imagem, a auto-estima, a cooperação… Brincar é como uma linguagem, uma vez que permite às crianças comunicar com as outras pessoas e iniciar a compreensão e suportar e representar a ausência temporária das pessoas que amam, substituindo-as pelas primeiras brincadeiras. Brincar é a criança cair, levantar-se, lidar com as suas emoções, frustrações e ter a perceção de que é capaz sozinha. Brincar é o espaço de partilha de amor e compreensão incondicional entre crianças e adultos.</p>
<p>Todas as crianças precisam ter tempo e espaço para brincar. Por isso, somos responsáveis por proporcionar-lhe ambientes ricos para as brincadeiras livres e autónomas. Através das brincadeiras a criança aprende a conhecer, aprende a fazer, aprende a conviver e, sobretudo, aprende a ser.</p>
<h5><strong>Bora brincar mais?!</strong></h5>
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