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	<title>Arquivo de Psicologia - Sensiser</title>
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	<description>Do Universo do Ser nasce a Luz para a Auto Cura</description>
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	<title>Arquivo de Psicologia - Sensiser</title>
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		<title>Medo de Ficar de Fora &#8211; FOMO</title>
		<link>http://sensiser.pt/medo-de-ficar-de-fora-fomo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 10:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FOMO, O que é? Para começar, é importante referir que a comunicação sempre fez parte da vida humana e tem um papel essencial no nosso desenvolvimento., mas com o avanço da tecnologia, as interações passaram a acontecer cada vez mais em ambientes virtuais, como por exemplo o telemóvel, tablet ou computador. Desta forma, esta mudança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>FOMO, </strong><strong>O que é?</strong></p>
<p>Para começar, é importante referir que a <a href="http://sensiser.pt/sabes-o-que-e-a-comunicacao/">comunicação</a> sempre fez parte da vida humana e tem um papel essencial no nosso desenvolvimento., mas com o avanço da tecnologia, as interações passaram a acontecer cada vez mais em ambientes virtuais, como por exemplo o telemóvel, tablet ou computador. Desta forma, esta mudança trouxe muitas facilidades, mas também novos desafios. Sendo que um deles é o <strong>FOMO (<em>Fear of Missing Out</em>)</strong>, traduzido como “medo de ficar de fora”, ou seja, trata-se de uma condição caracterizada pela<strong> ansiedade persistente de que os outros estão a viver experiências mais interessantes ou gratificantes do que nós.</strong></p>
<p>Vamos então entender como é que o FOMO está muitas vezes associado, isto é:</p>
<ul>
<li><strong>Infelicidade e insatisfação pessoal</strong> ou seja, dificuldade em sentir-se satisfeito com a própria vida.</li>
<li><strong>Comparação social constante, </strong>como por exemplo<strong>,</strong> acreditar que as experiências dos outros são mais positivas.</li>
<li><strong>Necessidade de pertença</strong>, isto quer dizer, sentir que só ao estar “sempre presente” se faz parte de um grupo.</li>
<li><strong>Uso excessivo das redes sociais, </strong>logo, uma exposição contínua às conquistas e vivências alheias.</li>
</ul>
<p>Desta forma, O FOMO pode manifestar-se através de:</p>
<ul>
<li>Ansiedade quando não é possível acompanhar a vida social online;</li>
<li>Sensação de exclusão ao não participar em experiências partilhadas por outros;</li>
<li>Preocupação com a possibilidade de perder eventos futuros nas redes;</li>
<li>Aumento da adição às redes sociais;</li>
<li>Sintomatologia ansiosa, depressiva e diminuição do bem-estar geral.</li>
</ul>
<p><strong>Estas manifestações, quando persistente, pode provocar:</strong></p>
<ul>
<li>Diminuição do foco e necessidade constante de verificar o telemóvel;</li>
<li>Redução da interação social presencial;</li>
<li>Alterações na qualidade e higiene do sono;</li>
<li>Atraso no cumprimento de responsabilidades;</li>
<li>Aumento dos níveis de stress.</li>
</ul>
<p><strong>Assim, quando isto acontece, o que podemos fazer? (Estratégias de coping)</strong></p>
<p>Para reduzir a ansiedade associada ao FOMO, algumas estratégias são:</p>
<ul>
<li><strong>Realizar atividades prazerosas</strong> que estimulem emoções positivas.</li>
<li><strong>Afastar-se das redes sociais</strong> em momentos de maior tristeza ou ansiedade.</li>
<li><strong>Iniciar novos hobbies</strong> não competitivos, como leitura, escrita ou prática artística.</li>
<li><strong>Valorizar o presente</strong> e as próprias experiências, em vez da comparação constante.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://sensiser.pt/ivone-antonio/">Ivone António &#8211; Psicóloga Clínica</a></p>
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		<item>
		<title>o que é a Ludoterapia e para que serve?</title>
		<link>http://sensiser.pt/o-que-e-a-ludoterapia-e-para-que-serve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 15:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Brincar]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ludoterapia &#8211; Sabias que as crianças brincam nas consultas de psicologia?  A ludoterapia é uma abordagem em que o brincar vai ajudar a criança a expressar-se livremente. E é através do brincar que o psicólogo consegue perceber o mundo interno da criança. A ludoterapia ajuda a compreender questões emocionais, comportamentais e psicológicas das crianças. Pois, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs x126k92a">
<div dir="auto">Ludoterapia &#8211; <strong>Sabias que as crianças brincam nas consultas de psicologia? </strong></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A <a href="http://sensiser.pt/ludoterapia/">ludoterapia</a> é uma abordagem em que o<a href="http://sensiser.pt/que-todos-os-dias-sejam-dias-de-brincar/"> brincar</a> vai ajudar a criança a expressar-se livremente. E é através do brincar que o psicólogo consegue perceber o mundo interno da criança.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A ludoterapia ajuda a compreender questões emocionais, comportamentais e psicológicas das crianças. Pois, permite à criança expressar-se de forma não verbal os seus conflitos/dificuldades e os seus sentimentos.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>Como funciona:</strong></div>
<div dir="auto">Através de desenhos, jogos e muita brincadeira podemos ajudar o teu filho a exteriorizar o que se pensa/sente. Utiliza-se uma mala ou uma caixa com uma séries de brinquendos que se encontra no seu interior, chamada a mala de ludo. No seu interior podes encontrar utensílios de cozinha, carros, bonecos, animais, soldadinhos, entre outros e a criança brinca de forma livre.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><strong>Posto isto, como é que a ludoterapia pode ajudar?</strong></div>
<div dir="auto">A criança irá compreender-se melhor,  irá também conseguir melhorar a relação com os outros e experimentar novas formas de lidar com o que está a sentir, reduzindo o stress e ansiedade. Promove também a autocompreensão.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Portanto, sim. <strong>A Ludoterapia vai ajudar o teu filho</strong> a lidar com questões que podem ser complexas de forma lúdica, pois o brincar é a linguagem da criança para expressar o que ainda não consegue colocar em palavas. É o modo como expressa o que acontece no seu mundo interno.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Micaela Bento</div>
<div dir="auto"><a href="http://sensiser.pt/psicologia-individual/">Psicóloga Clínica</a></div>
</div>
<div dir="auto"><a href="https://www.facebook.com/sensiser?locale=pt_PT">Segue as nossas publicações</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Regresso ás aulas &#8211; PHDA</title>
		<link>http://sensiser.pt/regresso-as-aulas-phda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 10:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[PHDA]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar às aulas é um momento crucial, especialmente para crianças com PHDA, e podem  enfrentar desafios específicos, como: Dificuldades em concluir tarefas Problemas de organização Baixa qualidade na interação social É essencial que pais e professores compreendam esses desafios para fornecer o suporte necessário. A preparação adequada para a volta às aulas pode transformar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Voltar às aulas é um momento crucial, especialmente para crianças com <a href="http://sensiser.pt/o-que-e-a-phda/">PHDA</a>, e podem  enfrentar desafios específicos, como:</p>
<ul>
<li>Dificuldades em concluir tarefas</li>
<li>Problemas de organização</li>
<li>Baixa qualidade na interação social</li>
</ul>
<p>É essencial que pais e professores compreendam esses desafios para fornecer o suporte necessário.</p>
<p>A preparação adequada para a volta às aulas pode transformar um período potencialmente stressante num momento de crescimento e aprendizagem. É é essencial para garantir uma transição suave e bem-sucedida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Algumas</strong><strong> dicas práticas </strong>para ajudar as crianças hiperativas/impulsivas a enfrentarem o regresso às aulas de forma mais leve e com menos stress!:</p>
<h2>Dica 1: Estabelecer uma rotina consistente</h2>
<p>As férias podem desregular completamente a rotina de horários. É comum que durante as férias as crianças durmam e acordem mais tarde.  Mas à medida que o regresso às aulas se aproxima, é importante <strong>começar a ajustar gradualmente</strong> esses horários. Isso ajudará a garantir que, quando o primeiro dia de aulas chegar, ela esteja habituada a dormir as horas necessárias para se sentir descansada e alerta!</p>
<h2>Dica 2: Limitar o tempo de ecrãs (telemóvel, computador, video-jogos)</h2>
<p>É essencial controlar o tempo de ecrã da criança, especialmente porque o excesso de tempo em frente aos dispositivos eletrónicos pode <a href="https://www.neuroimprove.pt/tratamentos/perturbacoes-de-ansiedade-criancas">aumentar a ansiedade</a>, impactar negativamente a atenção e o desempenho escolar.</p>
<h3>Estratégias</h3>
<ul>
<li><strong>Defin</strong><strong>ir</strong><strong> um tempo máximo diário: </strong>as recomendações da <em>American Academy of Pediatrics </em>sugerem não mais do que 1-2 horas por dia para crianças em idade escolar.</li>
<li><strong>Inclu</strong><strong>ir</strong><strong> pausas regulares:</strong>  Por exemplo, depois de 30 minutos, incentive uma pausa de 10-15 minutos para atividades físicas ou outras brincadeiras que ajudem a desenvolver habilidades sociais e motoras.</li>
<li><strong>Dê o exemplo:</strong> limite o seu próprio tempo de ecrã. As crianças são mais propensas a seguir limites se virem os adultos a fazer o mesmo!</li>
</ul>
<h2>Dica 3: Criar um ambiente de estudo adequado</h2>
<p>Transforme um espaço da casa  num espaço tranquilo e organizado, onde a criança se possa concentrar <strong>sem distrações</strong>. Este espaço deve ser acolhedor, mas também funcional, com todos os materiais escolares ao dispor, mas organizados. Não deve estar tudo em cima da secretária.</p>
<p>É importante equilibrar o tempo de estudo com momentos de lazer. As crianças com <a href="http://sensiser.pt/o-que-e-a-phda/">défice de atenção</a> beneficiam de intervalos regulares para evitar a sobrecarga mental.:</p>
<p>* Estudar por 25 minutos &#8211; Pausa de 5 minutos;</p>
<p>* A cada 4 ciclos fazer uma pausa maior (15 a 30 minutos)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dica 4: Manter uma comunicação aberta com a escola</h2>
<p>Mantenha uma comunicação aberta e constante com os professores. É importante partilhar informação sobre estratégias que funcionam em casa.</p>
<p>Tenha conversas diárias sobre como foi o dia na escola, ajudando a identificar e resolver quaisquer problemas rapidamente.</p>
<p>Incentive a criança a expressar os sentimentos sobre a escola. Ouça as preocupações e ofereça apoio e encorajamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dica 5: Se julgar necessário, utilize recursos e apoio especializado</h2>
<p>Considere a ajuda de técnicos especializados, como psicólogos, que podem:</p>
<p>* Fornecer técnicas de intervenção e apoio adicional para melhorar o desempenho académico e o bem-estar emocional da criança.</p>
<p><strong>* O</strong><strong>rientar os pais</strong> sobre como lidar com <a href="https://www.neuroimprove.pt/tratamentos/perturbacoes-do-comportamento">comportamentos desafiadores</a>.</p>
<p>Este apoio é crucial para garantir que a criança receba a ajuda necessária para prosperar tanto na escola quanto em casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações sobre este assunto, venha falar com o Psicólogo <a href="http://sensiser.pt/daniel-martins/">Daniel Martins.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é que acontece na primeira sessão de psicologia?</title>
		<link>http://sensiser.pt/o-que-e-que-acontece-na-primeira-sessao-de-psicologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 16:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando chegas, pela primeira vez até nós, é normal sentires alguma ansiedade e até duvidares se foi a decisão certa em agendar a sessão de psicologia. Deixamos-te à vontade na receção até o teu terapeuta te vir chamar. E pensa, não há nenhuma razão para que não possas experimentar e dar uma oportunidade a uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando chegas, pela primeira vez até nós, é normal sentires alguma ansiedade e até duvidares se foi a decisão certa em agendar a sessão de psicologia. Deixamos-te à vontade na receção até o teu terapeuta te vir chamar. E pensa, <strong>não há nenhuma razão para que não possas experimentar e dar uma oportunidade a uma situação que te pode ajudar.</strong></p>
<p>A primeira sessão costuma ser um pouco diferente das sessões de seguimento. É a primeira impressão, onde irão conhecer-se e perceber como o processo terapêutico pode funcionar. Há espaço para o terapeuta abordar as tuas expetativas, o que te levou à sessão, irá sugerir para que partilhes o que se passa na tua vida ou o que estás a pensar e a sentir, com que dificuldades ou problemas te deparas e de que forma podem, juntos, pensar nos objetivos terapêuticos que melhor se adequam a ti.</p>
<p>É importante salientar que a maioria dos casos é necessário mais do que uma sessão. Não esperes respostas imediatas para as tuas questões, problemas ou dificuldades, <strong>lembra-te que é um PROCESSO terapêutico,</strong> <strong>o início do TEU processo terapêutico.</strong></p>
<p><a href="https://sensiser.pt/valencias/" target="_blank" rel="noopener">Podes ver aqui a nossa equipa de psicólogos</a></p>
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		<item>
		<title>Tenho pensamentos obsessivos</title>
		<link>http://sensiser.pt/tenho-pensamentos-obsessivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 17:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[obsessivo-compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[perturbação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) é, tal como o nome indica, uma perturbação mental, pelo que NÃO É “ter a mania das limpezas”, “gostar de organização” ou “lavar muitas vezes as mãos”. Estes são apenas alguns exemplos daquilo que é recorrentemente descrito como sendo a POC, mas que, tidos em conta isoladamente, não permitem um diagnóstico. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) é, tal como o nome indica, <strong>uma perturbação mental</strong>, pelo que NÃO É “ter a mania das limpezas”, “gostar de organização” ou “lavar muitas vezes as mãos”. Estes são apenas alguns exemplos daquilo que é recorrentemente descrito como sendo a POC, mas que, tidos em conta isoladamente, não permitem um diagnóstico. Poderá tratar-se de comportamentos ou traços de personalidade efetivamente presentes em pessoas que recebem o diagnóstico de POC &#8211; Perturbação obsessivo-compulsiva, mas não necessariamente.</p>
<p><strong>Características:</strong></p>
<p>Primeiramente, a presença de obsessões, compulsões ou ambas. As <strong>obsessões são pensamentos</strong>, imagens ou impulsos recorrentes e persistentes, experienciados como<strong> intrusivos e inapropriados</strong>, o que, na maioria dos casos, causa ansiedade ou mal-estar intensos. Os “temas” mais comuns das obsessões estão relacionados com c<strong>ontaminação/doença, dúvida e a necessidade de fazer as coisas segundo uma ordem particular</strong>, mas estas também podem surgir como imagens sexuais ou impulsos agressivos. Pelo seu caráter intrusivo, a pessoa tem dificuldade em ignorar as obsessões ou fazê-las desaparecer, procurando neutralizá-las com algum outro pensamento ou ação.</p>
<p>É neste processo que normalmente surgem as <strong>compulsões, que são comportamentos repetitivos</strong> (por exemplo, lavar as mãos) ou atos mentais (por exemplo, contar ou repetir palavras) que <strong>a pessoa se sente compelida a executar em resposta a uma obsessão e que têm como objetivo evitar ou reduzir a ansiedade, ou prevenir alguma situação temida</strong>. No entanto, é comum que estes comportamentos ou atos mentais não estejam ligados de um modo realista com aquilo que pretendem neutralizar ou são claramente excessivos. Para além disso, as obsessões e/ou compulsões são consumidoras de tempo (muitas vezes, mais do que 1 hora por dia), causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou noutras áreas importantes da vida da pessoa.</p>
<p>Por fim, é importante que a avaliação desta perturbação permita verificar que os sintomas obsessivo-compulsivos não são efeito de uma substância (droga de abuso ou medicação) ou resultado de outra condição médica ou perturbação mental.</p>
<p>Tendo em conta a informação anteriormente descrita, torna-se possível compreender o quão complexa e incapacitante a Perturbação obsessivo-copulsivo pode ser.<br />
<strong>Em muitos casos, a pessoa experiência níveis de ansiedade elevadíssimos e pode ficar refém de pensamentos e comportamentos que condicionam significativamente o funcionamento nas diferentes áreas da sua vida.</strong> Por essa razão, sejamos mais sensíveis e atentos àqueles que nos rodeiam: à mãe que verifica as coisas várias vezes, ao tio que toda a gente considera hipocondríaco, a(o) irmã(o) que evita ficar sozinha(o), ao amigo que tem superstições e age muitas vezes de acordo com as mesmas.</p>
<p>A verdade é que estes aspetos poderão não ser reflexo de uma perturbação, mas, ainda assim, afetar o funcionamento da pessoa de uma forma que é significativa para si. E também é verdade que pode fazer toda a diferença se as pessoas à sua volta tiverem uma abordagem que não é de desvalorização ou até gozo; talvez a pessoa sinta que pode falar sobre estas questões, que não precisa de se isolar e que a ajuda existe.</p>
<p><strong>Muitas vezes não é mania, não é exagero e não é uma fase.</strong></p>
<p><strong>Muitas vezes, a ajuda profissional é fundamental e um(a) Psicólogo(a) pode ajudar!</strong></p>
<p><a href="https://sensiser.pt/maria-melro/" target="_blank" rel="noopener">Maria Melro &#8211; psicóloga clínica</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gostas de ver séries e ouvir podcasts?</title>
		<link>http://sensiser.pt/gostas-de-ver-series-e-ouvir-podcasts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 10:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias que correm, fala-se mais frequente e abertamente sobre saúde e doença mental. E que bom que assim é! São vários os meios através dos quais esses temas são abordados, que permitem a desmistificação e, consequentemente, melhor compreensão dos mesmos. Pessoalmente, e também enquanto Psicóloga, acredito que “informação é poder”, principalmente (mas não só!) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias que correm, fala-se mais frequente e abertamente sobre saúde e doença mental. E que bom que assim é! São vários os meios através dos quais esses temas são abordados, que permitem a desmistificação e, consequentemente, melhor compreensão dos mesmos. Pessoalmente, e também enquanto Psicóloga, acredito que “informação é poder”, principalmente (mas não só!) quando não nos sentimos bem psicologicamente. Se for esse o caso, a melhor maneira de recolher informação e integrá-la na nossa própria experiência, é fazendo psicoterapia. No entanto, há diversas fontes que nos permitem adquirir e desenvolver conhecimentos sobre aquilo que pode acontecer nas nossas complexas mentes, e isso pode influenciar a forma como vivenciamos eventuais dificuldades. ATENÇÃO, não substitui a procura de ajuda terapêutica quando necessário! E não, uma pesquisa desenfreada e descuidada no Google não é uma dessas fontes &#8211; muito cuidado com a origem e veracidade da informação que encontram.<br />
Aqui ficam alguns exemplos de séries e podcasts através dos quais tenho aprendido bastante e que constituem uma boa alternativa para aqueles que, como eu, têm alguma dificuldade em reter informação proveniente de fontes mais “técnicas”. Nos podcasts que escolhi, alguns temas são abordados com recurso a testemunhos na primeira pessoa, algo que considero particularmente interessante e útil. Afinal de contas, ninguém é um caso isolado e compreender isto pode ter um impacto significativo nos sentimentos de solidão.</p>
<p>Séries:<br />
&#8211; Atypical, sobre perturbação do espetro do autismo;<br />
&#8211; Tudo aqui e agora, sobre anorexia, uma perturbação do comportamento alimentar;<br />
&#8211; After Life, sobre depressão e luto;<br />
&#8211; Spin Out, que aborda a doença bipolar;<br />
&#8211; Resumindo: A Mente (série do tipo documental), sobre a mente humana;</p>
<p>Podcasts:<br />
&#8211; Somos Todos Malucos, de António Raminhos;<br />
&#8211; Que voz é esta?, de Joana Pereira Bastos e Helena Bento (Expresso);<br />
&#8211; Desassossego, de Fumaça (um podcast de jornalismo de investigação, disponível em fumaca.pt).</p>
<p><a href="https://sensiser.pt/maria-melro/" target="_blank" rel="noopener">Maria Melro</a><br />
Psicóloga</p>
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		<item>
		<title>Os problemas das criança no Regresso às Aulas</title>
		<link>http://sensiser.pt/regresso-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 11:09:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Competência Emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo. Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo.</p>
<p>Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam uma inquietação normal por regressarem à escola e mostrarem a roupa nova e os materiais acabados de comprar, outras chegam a ficar «doentes» só de pensarem em voltar à rotina.</p>
<p>AS PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS DAS CRIANÇAS INCLUEM QUESTÕES COMO:</p>
<ul>
<li>Quem e como vai ser o meu novo professor?</li>
<li>Será que algum dos meus amigos fica na minha sala?</li>
<li>Será que me vou adaptar à escola?</li>
<li>Será que vou ser aceite pelos meus colegas?</li>
<li>Será que vou ter companhia ao almoço?</li>
<li>Com quem me vou sentar?</li>
<li>E se não conseguir acompanhar a matéria?</li>
<li>E se acontece alguma coisa aos meus pais enquanto estou na escola?</li>
</ul>
<p>Sentimentos de stresse e ansiedade face ao regresso às aulas são mais frequentes nas crianças que, por exemplo, mudam de escola ou que mudam de ciclo de escolaridade e, também, em crianças mais introvertidas e reservadas.</p>
<p>Embora se registem sentimentos negativos face ao regresso à escola em qualquer idade, são os mais pequenos, aqueles que entram pela primeira vez no ambiente escolar que se apresentam mais vulneráveis a este regresso.</p>
<p>A entrada no 1º ciclo é equivalente à entrada num mundo novo, repleto de pessoas diferentes, de novas rotinas e costumes. É como desbravar um caminho pela primeira vez. Neste caminho, a criança vai-se experimentando enquanto pessoa, colocando à prova a sua identidade e consolidando-a a cada curva do percurso.</p>
<p>Pelo percurso, a criança vai conhecendo pessoas novas (colegas, professores, funcionários) com as quais irá estabelecer, aos poucos, relações mais autónomas e diferenciadas. Esta fase precoce de escolaridade é também caracterizada pela definição da relação da criança com a escola, a qual será a sua “segunda casa” e para a qual irá dedicar diversas horas e muita energia – caso a adaptação seja adequada, a relação com a escola será, à partida, boa; caso a adaptação à escola seja difícil, a relação com a mesma poderá conduzir a algumas problemáticas.</p>
<p>Por ser um novo ambiente e por, cada vez mais, existir a constante pressão para os bons resultados, esta entrada no desconhecido pode ser muito stressante e assustadora. Ao ser vivido desta forma, a criança pode desenvolver sentimentos negativos relativamente a esta nova experiência, podendo conduzir a depressão, ansiedade e problemas do foro comportamental.</p>
<p>É fundamental ajudar a criança a compreender estes sentimentos e a desmistificar os medos e receios inerentes à entrada na escola, promovendo assim o seu bem-estar emocional e permitindo desenvolver a capacidade de obter sucesso escolar. E que para que isso aconteça, é importante que a criança tenha uma atividade física (que potencia o desenvolvimento cerebral e reduz os níveis de stress), uma alimentação adequada e equilibrada (que ajuda na regulação de energia e na capacidade de atenção e concentração), uma boa noite de sono (o descanso noturno alivia a luta contra o stress e tem impacto imediato no rendimento escolar durante o dia) e um acompanhamento ativo dos pais (para que juntos possam encontrar estratégias para combater as dificuldades e para que os filhos possam descobrir nos pais um porto seguro)! Dialogar com os filhos, adotando um discurso que promova a importância da aprendizagem e que reduza os aspetos negativos da escola, permite transmitir à criança que a escola é boa e que é um lugar onde se fazem várias descobertas que ajudam a compreender o mundo, na qual crescemos e nos desenvolvemos enquanto pessoas.</p>
<p>É importante descrever a escola como um lugar bom e repleto de experiências ricas, para que a criança se sinta mais entusiasmada e menos ansiosa.</p>
<p>É natural que os primeiros dias sejam os mais complicados. No entanto, se os pais continuarem a identificar manifestações de tristeza, recusa em ir para a escola, algum desinteresse e aborrecimento, manifestações de desilusão, flutuações de humor (com incidência no mau humor), sintomas físicos (como dores de cabeça, dores de barriga, náuseas e vómitos), aumento da agressividade e de comportamentos de violência com outras crianças, perda de peso e de apetite, enurese noturna, aconselha-se a procurarem um especialista de saúde mental pois possivelmente estes são sinais evidentes de que a experiência escolar está a decorrer com algumas dificuldades.</p>
<p>Daniel Martins</p>
<p>Psicólogo</p>
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		<item>
		<title>Dificuldade ou Transtorno de Aprendizagem?</title>
		<link>http://sensiser.pt/dificuldade-ou-transtorno-de-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 09:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neuropsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o final de mais um ano letivo é importante refletir antes de um início de um novo ano letivo, para muitos, início de um novo ciclo, o qual implica um aumento de grau de dificuldades no processo de aprendizagem. Quem não teve já alguma dificuldade para APRENDER? Seja para memorizar uma história ou fazer um cálculo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Com o final de mais um ano letivo é importante refletir antes de um início de um novo ano letivo, para muitos, início de um novo ciclo, o qual implica um aumento de grau de dificuldades no processo de aprendizagem.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Quem não teve já alguma dificuldade para APRENDER? Seja para memorizar uma história ou fazer um cálculo mental, até escrever um texto bem organizado.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">As dificuldades de aprendizagem estão muitas vezes associadas à aprendizagem académica e/ou no qual não conseguimos desempenhar uma tarefa/atividade de forma positiva. Pode ocorrer diversos fatores. Todavia é necessário compreender o porquê uma criança sentir tais dificuldades e neste caso é essencial saber que DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM NÃO É TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">E qual a diferença?</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM fazem parte de um grupo de fatores que se manifestam em dificuldades cognitivas, emocionais, comportamentais e sociais. Muitas vezes, esses fatores estão interligados e fazem com que a criança sinta as dificuldades em diversas áreas de aprendizagem. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">É preciso compreender o/a aluno/a quando verbaliza, por exemplo “ODEIO MATEMÁTICA, NUNCA VOU APRENDER O QUE A PROFESSORA ENSINA”. Aqui, já pode estar um motivo para se verificar uma dificuldade de aprendizagem, já que neste momento a disponibilidade para aprender está comprometida. Inicialmente, aquela resistência que pode parecer falta de empenho, começa a influenciar os aspetos emocionais e iniciar um ciclo de desinvestimento naquela área. Neste sentido, o desinvestimento ou a falta de interesse é um dos grandes entraves na aprendizagem. No entanto há também Dificuldades de aprendizagem originadas por falta de estímulos, ambientes que não valorizam a construção do aprender, adaptação ao método escolar e problemas relacionados ao ensino. </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Já o TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM está relacionado com fatores orgânicos e neste contexto os problemas de aprendizagem derivam de alguma estrutura do cérebro que apresenta deficiência no seu funcionamento. Neste caso, é necessário entender a história de desenvolvimento da criança, incluindo se houve algum problema durante a gestação, histórico familiar e sinais de dificuldades desde os primeiros contactos com o ambiente escolar, que sinalizam alterações para tais distúrbios. Dentre os Transtornos de aprendizagens mais comuns, encontramos o Transtorno de Déficit de Hiperatividade com ou sem Défice de Atenção, Dislexia, Discalculia e da linguagem.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Quanto mais cedo se detetar as dificuldades e de se intervir, maiores serão as probabilidades de colmatar os défices na aprendizagem, permitindo assim que a criança tenha estratégias para ultrapassar os obstáculos.  </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Para isso, é necessário uma avaliação para investigar as origens das dificuldades, para que o aluno possa ter sucesso escolar.</span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;"> </span></span><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Daniel Martins </span></span></p>
<p class="m3424891827756636821s4" style="text-align: justify; line-height: 150%; background: white; margin: 0cm 0cm 19.5pt 0cm;"><span class="m3424891827756636821bumpedfont15"><span style="color: #222222;">Psicólogo/Neuropsicólogo</span></span></p>
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		<item>
		<title>Ser Mãe &#8211; benção ou provação</title>
		<link>http://sensiser.pt/ser-mae-bencao-ou-provacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 11:41:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser mãe é muito bonito, dizem os teóricos, muito provavelmente porque nunca o foram! Mas têm razão, é bonito. Só que não é só bonito, é coragem, superação, desafio, entre tantas outras coisas. E isto é diário, dá trabalho e está longe de ser um ato romântico. Ser mãe implica ter um amor incondicional por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser mãe é muito bonito, dizem os teóricos, muito provavelmente porque nunca o foram!</p>
<p>Mas têm razão, é bonito. Só que não é só bonito, é coragem, superação, desafio, entre tantas outras coisas. E isto é diário, dá trabalho e está longe de ser um ato romântico.</p>
<p>Ser mãe implica ter um amor incondicional por alguém que na maioria das vezes não se sente em relação a nós próprios, o que torna o desafio ainda maior!</p>
<p>Ser mãe é ser amor, é passar responsabilidades e limites, é ensinar o outro “a ser”, quando muitas vezes ainda “não se é”.</p>
<p>Por isso, ser mãe é TUDO: é provação e é bênção; é ferida e é cura; é veneno e é antidoto. Só temos de estar disponíveis para errar (muito), aceitar e perdoar.</p>
<p>Vamos valorizarmo-nos e cuidar de nós, para que os nossos filhos tenham esse exemplo, às vezes só é preciso isso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sara Rodrigues &#8211; Psicóloga Clínica</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão</title>
		<link>http://sensiser.pt/depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 19:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão é uma experiência humana comum e não escolhe idade e género. A organização mundial de saúde refere que a depressão é um dos problemas de saúde mental mais frequentes em todo o mundo. Em Portugal estima-se que a depressão afete cerca de 10% das pessoas. A depressão é um estado alterado e dissociativo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A depressão é uma experiência humana comum e não escolhe idade e género.</p>
<p><strong>A organização mundial de saúde refere que a depressão é um dos problemas de saúde mental mais frequentes em todo o mundo. Em Portugal estima-se que a depressão afete cerca de 10% das pessoas.</strong></p>
<p>A depressão é um estado alterado e dissociativo do nosso ser que envolve pensamentos e emoções/sentimentos, refletindo-se em comportamentos. É um estado duradouro no tempo e que incapacita as pessoas, deixando-as muito limitadas na realização das sua atividades e rotinas diárias.</p>
<p>Cada pessoa vivencia os estados depressivos de forma diferente. Contudo, existem um conjunto de pensamentos emoções/sentimentos e comportamentos que são muito comuns nestes estados:</p>
<p><strong>Pensamentos – “Sou um fracasso.”; “A culpa é minha.”; “Nunca me acontece nada de bom, não presto para nada.”; “Não vale a pena viver, as pessoas ficariam melhor sem mim.”; “Levantar-me da cama parece-me a tarefa mais difícil do mundo.”; “Não consigo pensar claramente.”; “Prefiro morrer a continuar a viver.”…</strong></p>
<p><strong>Emoções/Sentimentos – Sinto-me triste e infeliz; sinto-me com medo; sinto-me culpado/a; sinto-me irritável, zangado/a e agitado/a; sinto-me desesperado/a; sinto-me sobrecarregado/a; sinto-me exausto/a física e mentalmente; sinto-me muito só; sinto-me vazio/a; sinto-me sem energia; sinto-me desesperançoso/a em relação ao futuro; sinto que nada é real; não sinto prazer ou alegria com nada; não gosto de mim; ninguém gosta de mim; sou uma má pessoa e mereço ser castigado/a; não valho nada, não faço nada bem; não me apetece estar com ninguém; só me apetece desaparecer…</strong></p>
<p><strong>Comportamentos – Tenho dificuldade em adormecer e dormir; tenho alterações de apetite, tenho dificuldade em lembrar-me das coisas, tenho dificuldade em concentrar-me, tenho dificuldade em tomar decisões, tenho dificuldade em sair de casa, não consigo funcionar na escola/trabalho, não consigo estar com ninguém, faço tudo muito lentamente…</strong></p>
<p>Quando não recebemos a ajuda adequada, a depressão pode afetar profundamente o nosso bem-estar e a nossa vida, a forma como pensamos, sentimos e agimos, as relações connosco e com os outros, o nosso sentido e propósito de vida.</p>
<p>Se se identificar com este conteúdo, permita-se dar o primeiro passo e peça ajuda. Resgate o seu ser e a alegria de viver!</p>
<p>Um profissional de saúde mental pode ajudar! Pode encontrá-lo/a aqui na Sensiser!</p>
<p><a href="https://sensiser.pt/silvia-ferreira/" target="_blank" rel="noopener">Sílvia Ferreira – Psicóloga</a></p>
<p><a href="https://sensiser.pt/silvia-ferreira/"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1407 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-150x150.png" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-150x150.png 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-500x500.png 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-375x375.png 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a></p>
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