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	<title>Arquivo de Um Psicólogo pode ajudar - Sensiser</title>
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	<description>Do Universo do Ser nasce a Luz para a Auto Cura</description>
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	<title>Arquivo de Um Psicólogo pode ajudar - Sensiser</title>
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		<title>o que é a Ludoterapia e para que serve?</title>
		<link>http://sensiser.pt/o-que-e-a-ludoterapia-e-para-que-serve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 15:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Brincar]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ludoterapia &#8211; Sabias que as crianças brincam nas consultas de psicologia?  A ludoterapia é uma abordagem em que o brincar vai ajudar a criança a expressar-se livremente. E é através do brincar que o psicólogo consegue perceber o mundo interno da criança. A ludoterapia ajuda a compreender questões emocionais, comportamentais e psicológicas das crianças. Pois, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs x126k92a">
<div dir="auto">Ludoterapia &#8211; <strong>Sabias que as crianças brincam nas consultas de psicologia? </strong></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A <a href="http://sensiser.pt/ludoterapia/">ludoterapia</a> é uma abordagem em que o<a href="http://sensiser.pt/que-todos-os-dias-sejam-dias-de-brincar/"> brincar</a> vai ajudar a criança a expressar-se livremente. E é através do brincar que o psicólogo consegue perceber o mundo interno da criança.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A ludoterapia ajuda a compreender questões emocionais, comportamentais e psicológicas das crianças. Pois, permite à criança expressar-se de forma não verbal os seus conflitos/dificuldades e os seus sentimentos.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"><strong>Como funciona:</strong></div>
<div dir="auto">Através de desenhos, jogos e muita brincadeira podemos ajudar o teu filho a exteriorizar o que se pensa/sente. Utiliza-se uma mala ou uma caixa com uma séries de brinquendos que se encontra no seu interior, chamada a mala de ludo. No seu interior podes encontrar utensílios de cozinha, carros, bonecos, animais, soldadinhos, entre outros e a criança brinca de forma livre.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><strong>Posto isto, como é que a ludoterapia pode ajudar?</strong></div>
<div dir="auto">A criança irá compreender-se melhor,  irá também conseguir melhorar a relação com os outros e experimentar novas formas de lidar com o que está a sentir, reduzindo o stress e ansiedade. Promove também a autocompreensão.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Portanto, sim. <strong>A Ludoterapia vai ajudar o teu filho</strong> a lidar com questões que podem ser complexas de forma lúdica, pois o brincar é a linguagem da criança para expressar o que ainda não consegue colocar em palavas. É o modo como expressa o que acontece no seu mundo interno.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Micaela Bento</div>
<div dir="auto"><a href="http://sensiser.pt/psicologia-individual/">Psicóloga Clínica</a></div>
</div>
<div dir="auto"><a href="https://www.facebook.com/sensiser?locale=pt_PT">Segue as nossas publicações</a></div>
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		<title>Regresso ás aulas &#8211; PHDA</title>
		<link>http://sensiser.pt/regresso-as-aulas-phda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 10:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[PHDA]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar às aulas é um momento crucial, especialmente para crianças com PHDA, e podem  enfrentar desafios específicos, como: Dificuldades em concluir tarefas Problemas de organização Baixa qualidade na interação social É essencial que pais e professores compreendam esses desafios para fornecer o suporte necessário. A preparação adequada para a volta às aulas pode transformar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Voltar às aulas é um momento crucial, especialmente para crianças com <a href="http://sensiser.pt/o-que-e-a-phda/">PHDA</a>, e podem  enfrentar desafios específicos, como:</p>
<ul>
<li>Dificuldades em concluir tarefas</li>
<li>Problemas de organização</li>
<li>Baixa qualidade na interação social</li>
</ul>
<p>É essencial que pais e professores compreendam esses desafios para fornecer o suporte necessário.</p>
<p>A preparação adequada para a volta às aulas pode transformar um período potencialmente stressante num momento de crescimento e aprendizagem. É é essencial para garantir uma transição suave e bem-sucedida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Algumas</strong><strong> dicas práticas </strong>para ajudar as crianças hiperativas/impulsivas a enfrentarem o regresso às aulas de forma mais leve e com menos stress!:</p>
<h2>Dica 1: Estabelecer uma rotina consistente</h2>
<p>As férias podem desregular completamente a rotina de horários. É comum que durante as férias as crianças durmam e acordem mais tarde.  Mas à medida que o regresso às aulas se aproxima, é importante <strong>começar a ajustar gradualmente</strong> esses horários. Isso ajudará a garantir que, quando o primeiro dia de aulas chegar, ela esteja habituada a dormir as horas necessárias para se sentir descansada e alerta!</p>
<h2>Dica 2: Limitar o tempo de ecrãs (telemóvel, computador, video-jogos)</h2>
<p>É essencial controlar o tempo de ecrã da criança, especialmente porque o excesso de tempo em frente aos dispositivos eletrónicos pode <a href="https://www.neuroimprove.pt/tratamentos/perturbacoes-de-ansiedade-criancas">aumentar a ansiedade</a>, impactar negativamente a atenção e o desempenho escolar.</p>
<h3>Estratégias</h3>
<ul>
<li><strong>Defin</strong><strong>ir</strong><strong> um tempo máximo diário: </strong>as recomendações da <em>American Academy of Pediatrics </em>sugerem não mais do que 1-2 horas por dia para crianças em idade escolar.</li>
<li><strong>Inclu</strong><strong>ir</strong><strong> pausas regulares:</strong>  Por exemplo, depois de 30 minutos, incentive uma pausa de 10-15 minutos para atividades físicas ou outras brincadeiras que ajudem a desenvolver habilidades sociais e motoras.</li>
<li><strong>Dê o exemplo:</strong> limite o seu próprio tempo de ecrã. As crianças são mais propensas a seguir limites se virem os adultos a fazer o mesmo!</li>
</ul>
<h2>Dica 3: Criar um ambiente de estudo adequado</h2>
<p>Transforme um espaço da casa  num espaço tranquilo e organizado, onde a criança se possa concentrar <strong>sem distrações</strong>. Este espaço deve ser acolhedor, mas também funcional, com todos os materiais escolares ao dispor, mas organizados. Não deve estar tudo em cima da secretária.</p>
<p>É importante equilibrar o tempo de estudo com momentos de lazer. As crianças com <a href="http://sensiser.pt/o-que-e-a-phda/">défice de atenção</a> beneficiam de intervalos regulares para evitar a sobrecarga mental.:</p>
<p>* Estudar por 25 minutos &#8211; Pausa de 5 minutos;</p>
<p>* A cada 4 ciclos fazer uma pausa maior (15 a 30 minutos)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dica 4: Manter uma comunicação aberta com a escola</h2>
<p>Mantenha uma comunicação aberta e constante com os professores. É importante partilhar informação sobre estratégias que funcionam em casa.</p>
<p>Tenha conversas diárias sobre como foi o dia na escola, ajudando a identificar e resolver quaisquer problemas rapidamente.</p>
<p>Incentive a criança a expressar os sentimentos sobre a escola. Ouça as preocupações e ofereça apoio e encorajamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dica 5: Se julgar necessário, utilize recursos e apoio especializado</h2>
<p>Considere a ajuda de técnicos especializados, como psicólogos, que podem:</p>
<p>* Fornecer técnicas de intervenção e apoio adicional para melhorar o desempenho académico e o bem-estar emocional da criança.</p>
<p><strong>* O</strong><strong>rientar os pais</strong> sobre como lidar com <a href="https://www.neuroimprove.pt/tratamentos/perturbacoes-do-comportamento">comportamentos desafiadores</a>.</p>
<p>Este apoio é crucial para garantir que a criança receba a ajuda necessária para prosperar tanto na escola quanto em casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações sobre este assunto, venha falar com o Psicólogo <a href="http://sensiser.pt/daniel-martins/">Daniel Martins.</a></p>
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		<item>
		<title>O que é que acontece na primeira sessão de psicologia?</title>
		<link>http://sensiser.pt/o-que-e-que-acontece-na-primeira-sessao-de-psicologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 16:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando chegas, pela primeira vez até nós, é normal sentires alguma ansiedade e até duvidares se foi a decisão certa em agendar a sessão de psicologia. Deixamos-te à vontade na receção até o teu terapeuta te vir chamar. E pensa, não há nenhuma razão para que não possas experimentar e dar uma oportunidade a uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando chegas, pela primeira vez até nós, é normal sentires alguma ansiedade e até duvidares se foi a decisão certa em agendar a sessão de psicologia. Deixamos-te à vontade na receção até o teu terapeuta te vir chamar. E pensa, <strong>não há nenhuma razão para que não possas experimentar e dar uma oportunidade a uma situação que te pode ajudar.</strong></p>
<p>A primeira sessão costuma ser um pouco diferente das sessões de seguimento. É a primeira impressão, onde irão conhecer-se e perceber como o processo terapêutico pode funcionar. Há espaço para o terapeuta abordar as tuas expetativas, o que te levou à sessão, irá sugerir para que partilhes o que se passa na tua vida ou o que estás a pensar e a sentir, com que dificuldades ou problemas te deparas e de que forma podem, juntos, pensar nos objetivos terapêuticos que melhor se adequam a ti.</p>
<p>É importante salientar que a maioria dos casos é necessário mais do que uma sessão. Não esperes respostas imediatas para as tuas questões, problemas ou dificuldades, <strong>lembra-te que é um PROCESSO terapêutico,</strong> <strong>o início do TEU processo terapêutico.</strong></p>
<p><a href="https://sensiser.pt/valencias/" target="_blank" rel="noopener">Podes ver aqui a nossa equipa de psicólogos</a></p>
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		<title>Tenho pensamentos obsessivos</title>
		<link>http://sensiser.pt/tenho-pensamentos-obsessivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 17:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[obsessivo-compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[perturbação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) é, tal como o nome indica, uma perturbação mental, pelo que NÃO É “ter a mania das limpezas”, “gostar de organização” ou “lavar muitas vezes as mãos”. Estes são apenas alguns exemplos daquilo que é recorrentemente descrito como sendo a POC, mas que, tidos em conta isoladamente, não permitem um diagnóstico. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) é, tal como o nome indica, <strong>uma perturbação mental</strong>, pelo que NÃO É “ter a mania das limpezas”, “gostar de organização” ou “lavar muitas vezes as mãos”. Estes são apenas alguns exemplos daquilo que é recorrentemente descrito como sendo a POC, mas que, tidos em conta isoladamente, não permitem um diagnóstico. Poderá tratar-se de comportamentos ou traços de personalidade efetivamente presentes em pessoas que recebem o diagnóstico de POC &#8211; Perturbação obsessivo-compulsiva, mas não necessariamente.</p>
<p><strong>Características:</strong></p>
<p>Primeiramente, a presença de obsessões, compulsões ou ambas. As <strong>obsessões são pensamentos</strong>, imagens ou impulsos recorrentes e persistentes, experienciados como<strong> intrusivos e inapropriados</strong>, o que, na maioria dos casos, causa ansiedade ou mal-estar intensos. Os “temas” mais comuns das obsessões estão relacionados com c<strong>ontaminação/doença, dúvida e a necessidade de fazer as coisas segundo uma ordem particular</strong>, mas estas também podem surgir como imagens sexuais ou impulsos agressivos. Pelo seu caráter intrusivo, a pessoa tem dificuldade em ignorar as obsessões ou fazê-las desaparecer, procurando neutralizá-las com algum outro pensamento ou ação.</p>
<p>É neste processo que normalmente surgem as <strong>compulsões, que são comportamentos repetitivos</strong> (por exemplo, lavar as mãos) ou atos mentais (por exemplo, contar ou repetir palavras) que <strong>a pessoa se sente compelida a executar em resposta a uma obsessão e que têm como objetivo evitar ou reduzir a ansiedade, ou prevenir alguma situação temida</strong>. No entanto, é comum que estes comportamentos ou atos mentais não estejam ligados de um modo realista com aquilo que pretendem neutralizar ou são claramente excessivos. Para além disso, as obsessões e/ou compulsões são consumidoras de tempo (muitas vezes, mais do que 1 hora por dia), causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou noutras áreas importantes da vida da pessoa.</p>
<p>Por fim, é importante que a avaliação desta perturbação permita verificar que os sintomas obsessivo-compulsivos não são efeito de uma substância (droga de abuso ou medicação) ou resultado de outra condição médica ou perturbação mental.</p>
<p>Tendo em conta a informação anteriormente descrita, torna-se possível compreender o quão complexa e incapacitante a Perturbação obsessivo-copulsivo pode ser.<br />
<strong>Em muitos casos, a pessoa experiência níveis de ansiedade elevadíssimos e pode ficar refém de pensamentos e comportamentos que condicionam significativamente o funcionamento nas diferentes áreas da sua vida.</strong> Por essa razão, sejamos mais sensíveis e atentos àqueles que nos rodeiam: à mãe que verifica as coisas várias vezes, ao tio que toda a gente considera hipocondríaco, a(o) irmã(o) que evita ficar sozinha(o), ao amigo que tem superstições e age muitas vezes de acordo com as mesmas.</p>
<p>A verdade é que estes aspetos poderão não ser reflexo de uma perturbação, mas, ainda assim, afetar o funcionamento da pessoa de uma forma que é significativa para si. E também é verdade que pode fazer toda a diferença se as pessoas à sua volta tiverem uma abordagem que não é de desvalorização ou até gozo; talvez a pessoa sinta que pode falar sobre estas questões, que não precisa de se isolar e que a ajuda existe.</p>
<p><strong>Muitas vezes não é mania, não é exagero e não é uma fase.</strong></p>
<p><strong>Muitas vezes, a ajuda profissional é fundamental e um(a) Psicólogo(a) pode ajudar!</strong></p>
<p><a href="https://sensiser.pt/maria-melro/" target="_blank" rel="noopener">Maria Melro &#8211; psicóloga clínica</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os problemas das criança no Regresso às Aulas</title>
		<link>http://sensiser.pt/regresso-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestão Sensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 11:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Competência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo. Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas das criança no Regresso às Aulas. Para algumas crianças, regressar ou ingressar pela primeira vez na escola pode ser um pesadelo.</p>
<p>Com a aproximação do início do ano letivo vem a ansiedade de quem passou três meses com a família, longe de colegas e professores. Se na maioria dos casos as crianças apresentam uma inquietação normal por regressarem à escola e mostrarem a roupa nova e os materiais acabados de comprar, outras chegam a ficar «doentes» só de pensarem em voltar à rotina.</p>
<p>AS PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS DAS CRIANÇAS INCLUEM QUESTÕES COMO:</p>
<ul>
<li>Quem e como vai ser o meu novo professor?</li>
<li>Será que algum dos meus amigos fica na minha sala?</li>
<li>Será que me vou adaptar à escola?</li>
<li>Será que vou ser aceite pelos meus colegas?</li>
<li>Será que vou ter companhia ao almoço?</li>
<li>Com quem me vou sentar?</li>
<li>E se não conseguir acompanhar a matéria?</li>
<li>E se acontece alguma coisa aos meus pais enquanto estou na escola?</li>
</ul>
<p>Sentimentos de stresse e ansiedade face ao regresso às aulas são mais frequentes nas crianças que, por exemplo, mudam de escola ou que mudam de ciclo de escolaridade e, também, em crianças mais introvertidas e reservadas.</p>
<p>Embora se registem sentimentos negativos face ao regresso à escola em qualquer idade, são os mais pequenos, aqueles que entram pela primeira vez no ambiente escolar que se apresentam mais vulneráveis a este regresso.</p>
<p>A entrada no 1º ciclo é equivalente à entrada num mundo novo, repleto de pessoas diferentes, de novas rotinas e costumes. É como desbravar um caminho pela primeira vez. Neste caminho, a criança vai-se experimentando enquanto pessoa, colocando à prova a sua identidade e consolidando-a a cada curva do percurso.</p>
<p>Pelo percurso, a criança vai conhecendo pessoas novas (colegas, professores, funcionários) com as quais irá estabelecer, aos poucos, relações mais autónomas e diferenciadas. Esta fase precoce de escolaridade é também caracterizada pela definição da relação da criança com a escola, a qual será a sua “segunda casa” e para a qual irá dedicar diversas horas e muita energia – caso a adaptação seja adequada, a relação com a escola será, à partida, boa; caso a adaptação à escola seja difícil, a relação com a mesma poderá conduzir a algumas problemáticas.</p>
<p>Por ser um novo ambiente e por, cada vez mais, existir a constante pressão para os bons resultados, esta entrada no desconhecido pode ser muito stressante e assustadora. Ao ser vivido desta forma, a criança pode desenvolver sentimentos negativos relativamente a esta nova experiência, podendo conduzir a depressão, ansiedade e problemas do foro comportamental.</p>
<p>É fundamental ajudar a criança a compreender estes sentimentos e a desmistificar os medos e receios inerentes à entrada na escola, promovendo assim o seu bem-estar emocional e permitindo desenvolver a capacidade de obter sucesso escolar. E que para que isso aconteça, é importante que a criança tenha uma atividade física (que potencia o desenvolvimento cerebral e reduz os níveis de stress), uma alimentação adequada e equilibrada (que ajuda na regulação de energia e na capacidade de atenção e concentração), uma boa noite de sono (o descanso noturno alivia a luta contra o stress e tem impacto imediato no rendimento escolar durante o dia) e um acompanhamento ativo dos pais (para que juntos possam encontrar estratégias para combater as dificuldades e para que os filhos possam descobrir nos pais um porto seguro)! Dialogar com os filhos, adotando um discurso que promova a importância da aprendizagem e que reduza os aspetos negativos da escola, permite transmitir à criança que a escola é boa e que é um lugar onde se fazem várias descobertas que ajudam a compreender o mundo, na qual crescemos e nos desenvolvemos enquanto pessoas.</p>
<p>É importante descrever a escola como um lugar bom e repleto de experiências ricas, para que a criança se sinta mais entusiasmada e menos ansiosa.</p>
<p>É natural que os primeiros dias sejam os mais complicados. No entanto, se os pais continuarem a identificar manifestações de tristeza, recusa em ir para a escola, algum desinteresse e aborrecimento, manifestações de desilusão, flutuações de humor (com incidência no mau humor), sintomas físicos (como dores de cabeça, dores de barriga, náuseas e vómitos), aumento da agressividade e de comportamentos de violência com outras crianças, perda de peso e de apetite, enurese noturna, aconselha-se a procurarem um especialista de saúde mental pois possivelmente estes são sinais evidentes de que a experiência escolar está a decorrer com algumas dificuldades.</p>
<p>Daniel Martins</p>
<p>Psicólogo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão na infância e adolescência</title>
		<link>http://sensiser.pt/depressao-na-infancia-e-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 13:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabias que as perturbações e sintomas depressivos ocorrem, durante a infância e adolescência, com uma prevalência cada vez maior? O que é a depressão? A depressão é um distúrbio afetivo que pode ocorrer durante todo o ciclo de vida (desde a infância até à velhice) e, como tal, devemos olhá-la sob uma perspetiva desenvolvimental, conscientes [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="http://sensiser.pt/depressao-na-infancia-e-adolescencia/">Depressão na infância e adolescência</a> aparece primeiro em <a href="http://sensiser.pt">Sensiser</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabias que as perturbações e sintomas depressivos ocorrem, durante a infância e adolescência, com uma <strong>prevalência cada vez maio</strong>r?</p>
<p>O que é a depressão?</p>
<p><strong>A depressão é um distúrbio afetivo </strong>que pode ocorrer <strong>durante todo o ciclo de vida (</strong>desde a infância até à velhice) e, como tal, devemos olhá-la sob uma <strong>perspetiva desenvolvimental</strong>, conscientes de que algumas características e sintomas depressivos podem <strong>manifestar-se de forma diferente ao longo do desenvolvimento humano</strong>.</p>
<p>Como é consigo identificar algum sintoma depressivo no meu filho(a)?</p>
<p>Contrariamente aos adultos, onde o humor depressivo e a anedonia (incapacidade de sentir prazer) são predominantes, nas crianças o mal-estar emocional expressa-se sobretudo através de uma variedade de comportamentos de externalização.</p>
<p>São comuns sintomas como o humor irritável, acompanhado por birras; alterações do sono e do apetite; comportamentos de franca oposição, com baixa tolerância a situações de frustração; maior agitação psicomotora; dificuldades ao nível da autonomia e da separação do adulto do qual dependem; isolamento social; e dificuldades escolares com diminuição das capacidades de atenção/concentração e sintomas somáticos (ex. dores de cabeça e de estômago).</p>
<p>De que forma estas perturbações podem afetar o crescimento do meu filho(a)?</p>
<p>Reconhece-se, hoje em dia, que a depressão está associada a um <strong>enfraquecimento crónico e marcado do funcionamento da criança a nível psicossocial </strong>e a <strong>grandes dificuldades interpessoais</strong>, que podem persistir pela vida adulta, caso não se intervenha precocemente. Daí a importância de estarmos atentos aos sintomas e sinalizarmos o mais cedo possível.</p>
<p>Quando devo procurar ajuda para o meu filho(a)?</p>
<p>Se algum dos sintomas indicados persistir por várias semanas, de forma continuada, e começar a causar prejuízos no funcionamento diário do seu filho (em casa, na escola ou com os colegas), deverá procurar ajuda de um profissional que avalie os sintomas e defina estratégias de intervenção, em prol do bem-estar emocional e social da criança e, consequentemente, da família.</p>
<p><a href="http://sensiser.pt/veronica-pereira/">Psicóloga clínica – Verónica Pereira</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-130 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-150x150.jpg 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-500x500.jpg 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/1-1-375x375.jpg 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Depressão</title>
		<link>http://sensiser.pt/depressao/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 19:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão é uma experiência humana comum e não escolhe idade e género. A organização mundial de saúde refere que a depressão é um dos problemas de saúde mental mais frequentes em todo o mundo. Em Portugal estima-se que a depressão afete cerca de 10% das pessoas. A depressão é um estado alterado e dissociativo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A depressão é uma experiência humana comum e não escolhe idade e género.</p>
<p><strong>A organização mundial de saúde refere que a depressão é um dos problemas de saúde mental mais frequentes em todo o mundo. Em Portugal estima-se que a depressão afete cerca de 10% das pessoas.</strong></p>
<p>A depressão é um estado alterado e dissociativo do nosso ser que envolve pensamentos e emoções/sentimentos, refletindo-se em comportamentos. É um estado duradouro no tempo e que incapacita as pessoas, deixando-as muito limitadas na realização das sua atividades e rotinas diárias.</p>
<p>Cada pessoa vivencia os estados depressivos de forma diferente. Contudo, existem um conjunto de pensamentos emoções/sentimentos e comportamentos que são muito comuns nestes estados:</p>
<p><strong>Pensamentos – “Sou um fracasso.”; “A culpa é minha.”; “Nunca me acontece nada de bom, não presto para nada.”; “Não vale a pena viver, as pessoas ficariam melhor sem mim.”; “Levantar-me da cama parece-me a tarefa mais difícil do mundo.”; “Não consigo pensar claramente.”; “Prefiro morrer a continuar a viver.”…</strong></p>
<p><strong>Emoções/Sentimentos – Sinto-me triste e infeliz; sinto-me com medo; sinto-me culpado/a; sinto-me irritável, zangado/a e agitado/a; sinto-me desesperado/a; sinto-me sobrecarregado/a; sinto-me exausto/a física e mentalmente; sinto-me muito só; sinto-me vazio/a; sinto-me sem energia; sinto-me desesperançoso/a em relação ao futuro; sinto que nada é real; não sinto prazer ou alegria com nada; não gosto de mim; ninguém gosta de mim; sou uma má pessoa e mereço ser castigado/a; não valho nada, não faço nada bem; não me apetece estar com ninguém; só me apetece desaparecer…</strong></p>
<p><strong>Comportamentos – Tenho dificuldade em adormecer e dormir; tenho alterações de apetite, tenho dificuldade em lembrar-me das coisas, tenho dificuldade em concentrar-me, tenho dificuldade em tomar decisões, tenho dificuldade em sair de casa, não consigo funcionar na escola/trabalho, não consigo estar com ninguém, faço tudo muito lentamente…</strong></p>
<p>Quando não recebemos a ajuda adequada, a depressão pode afetar profundamente o nosso bem-estar e a nossa vida, a forma como pensamos, sentimos e agimos, as relações connosco e com os outros, o nosso sentido e propósito de vida.</p>
<p>Se se identificar com este conteúdo, permita-se dar o primeiro passo e peça ajuda. Resgate o seu ser e a alegria de viver!</p>
<p>Um profissional de saúde mental pode ajudar! Pode encontrá-lo/a aqui na Sensiser!</p>
<p><a href="https://sensiser.pt/silvia-ferreira/" target="_blank" rel="noopener">Sílvia Ferreira – Psicóloga</a></p>
<p><a href="https://sensiser.pt/silvia-ferreira/"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1407 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-150x150.png" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-150x150.png 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-500x500.png 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-375x375.png 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a></p>
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		<title>O Luto</title>
		<link>http://sensiser.pt/luto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GestAdSensiser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 16:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Luto]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>
		<category><![CDATA[Um Psicólogo pode ajudar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O luto é um processo vivencial após uma perda significativa (por exemplo: morte de alguém ou de um animal, partes do corpo, separação, divórcio, desemprego, entre outras). É um espaço e um tempo onde se expressam emoções e sentires associados a essa perda. Na maioria das vezes, uma perda pode desencadear um conjunto de emoções [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O luto é um processo vivencial após uma perda significativa (por exemplo: morte de alguém ou de um animal, partes do corpo, separação, divórcio, desemprego, entre outras). É um espaço e um tempo onde se expressam emoções e sentires associados a essa perda.</p>
<p>Na maioria das vezes, uma perda pode desencadear um conjunto de emoções (raiva, tristeza profunda, culpa, ressentimento), sentimentos (solidão, castigo, não merecimento, perda da fé), sinais e sintomas (stress, ansiedade, depressão, fraqueza, alteração do apetite, insónia, défice de atenção e memória) que afetam o nosso ser emocional, psíquico, físico e espiritual.</p>
<p>O luto é um processo que contempla várias fases (choque, negação, negociação, raiva/tristeza profunda e aceitação), tornando-se essencial passar por essas fases para que seja possível a elaboração e integração do luto, a reconstrução do “eu”, a reorganização do sistema e a adaptação a uma nova realidade.</p>
<p>Um processo de luto que não ocorra dentro de um padrão normativo poderá tornar-se num luto patológico.<br />
O luto poderá ser uma das experiências de vida mais dolorosas e intensas, mas lembre-se que não precisa de passar por estes momentos difíceis sozinho/a.</p>
<p>Um psicólogo/a poderá acompanhá-lo nesse processo desafiante, ajudando-o a construir uma relação mais harmoniosa com as suas perdas!</p>
<p><a href="https://sensiser.pt/silvia-ferreira/">Psicóloga Sílvia Ferreira</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1407 size-thumbnail" src="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-150x150.png" alt="" width="150" height="150" srcset="http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-150x150.png 150w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-500x500.png 500w, http://sensiser.pt/wp-content/uploads/2023/01/27-375x375.png 375w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
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